Como é bom voltar ao Infante coffee... estar com o Tó e o Filipe… numa rua característica da Covilhã, o aconchego transborda, a boa disposição de ambos acolhe calorosamente os clientes e mais ainda os amigos … O rústico do outro lado faz fervilhar a vontade de ter boas conversas… os sorrisos honestos… Sentia-me mais em casa no vosso café do que em minha casa quando a cidade me recebeu…Nunca esquecerei tudo o que sentia quando ali estava, quando a empatia deu lugar à grande amizade. Homens especiais… Conheço poucos assim!
As nossas conversas fazem-me acreditar, renovam-me a alma… Um dia escrevo um livro sobre os vossos 40 anos de experiências… sobre as nossas conversas… sobre a nossa amizade! Obrigada pelo que me dão!
Numa das nossas conversas(que deu pano para mangas) falou-se de relações...amoure!
Tó: “Inventar e reinventar na mesma pessoa, num mesmo amor, mil e uma situações…Em que se dê largas à imaginação, desejos, fantasias, emoções, devaneios… sei lá… Tudo o que faz parte do teu consciente e inconsciente”
Eu e a minha perspectiva fugidia do amor: O difícil é encontrar o amor e ter real vontade de o trabalhar e descobrir mais sobre a pessoa…Mais difícil ainda é encontrar o alguém que queira reinventar o amor com a mesma intensidade e verdade ao longo de uma vida… Custa-me acreditar!”
Filipe:“Claro que é díficil, mas no dia em que o encontrares e existir a partilha do mesmo pensamento, d a mesma vontade, com a mesma intensidade, estás completa…”
Tó “Repara… Estamos sempre a conhecer uma pessoa, a nós mesmos ao longo da vida… Posso-te dizer que a cada ano que passei ao lado dela renovei o meu sentimento… Passámos por novas situações, por outras experiências, moldámo-nos e adaptámo-nos… Conheci, reconheci, admirei e continuei a amar… “
Na verdade, quando tens uma relação em que possas fazer , dizer, sentir consciente e inconscientemente… então essa é a pessoa com quem poderás viver para toda a vida.
O amor é simples…"
Tó: “Tu podes encontrar na pessoa que amas tudo o que procuras se souberes procurar… O difícil é saber manter… Não precisas de procurar em várias pessoas ao longo da vida o que podes encontrar no teu amor… mas acima de tudo é preciso amar verdadeiramente…”
Ah gand Tó... Quem fala assim não é gago!
Eu ainda mantenho a minha perspectiva fugidia do amor… Quem sabe um dia mude… maybe!
domingo, 16 de novembro de 2008
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